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16/09

Dúvidas comuns sobre doação de órgãos

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No Brasil, mais de 35 mil pessoas enfrentam a angustiante espera por um novo órgão, e por mais importante que seja, a doação de órgãos ainda possui baixa adesão, tendo como principal razão a falta de informação por parte dos doadores ou familiares.

 

Essa prática é importantíssima para salvar vidas ou então melhorar o bem-estar de pacientes que sofrem com o mau funcionamento de determinada estrutura, e muitas dúvidas costumam ser comuns sobre o processo. Para conhecer algumas delas, continue a leitura.

 

É importante doar?

Sim, pois como foi dito acima, é uma maneira de melhorar ou preservar vidas, e isso vale para pessoas de qualquer idade, pois a necessidade de realizar um transplante pode ocorrer em todas as faixas etárias.

 

Quem recebe os órgãos?

Existe um banco de dados que se baseia em critérios específicos e considera o tempo de espera do paciente e a urgência do procedimento. A partir desses dados, é apontado o receptor. Em caso de doação em vida, o doador escolhe quem irá receber.

 

Quais órgãos podem ser doados?

Diversos órgãos se enquadram como aptos para serem doados, sendo os mais comuns o coração, pulmão, fígado, rim, pâncreas e intestino. Tecidos também entram nessa estatística, como pele, córneas, ossos e vasos sanguíneos.

 

O corpo fica deformado após a doação?

Não, pois são aplicadas técnicas cirúrgicas para a retirada dos órgãos, e em certos casos, são feitas próteses para manter a característica corporal do ente falecido.

 

Ainda tem dúvidas? Converse com um especialista ou entre em contato.

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