Cápsula Endoscopica

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A Cápsula Endoscópica trata-se de uma exame não invasivo, que não requer sedação e internação e, praticamente, não oferece riscos. O procedimento é simples e indolor, o paciente engole naturalmente uma cápsula com cerca de 1,1 x 2,5 cm e peso inferior a 4 gramas, na qual existe uma câmera capaz tirar de duas a três fotos por segundo. Esta cápsula é eliminada naturalmente pelo organismo e possui uso único.

O exame estuda o maior órgão do sistema digestório, o intestino delgado, que mede entre 4 e 6 metros em um adulto, tem duração de aproximadamente de 8 horas e possibilita o registro de cerca de 60 mil fotos. As imagens são transmitidas por rádio frequência para eletrodos aderidos a pele e armazenadas em um cinturão preso ao paciente.

Durante o procedimento, o paciente é liberado e pode realizar naturalmente suas atividades rotineiras, enquanto a cápsula percorre o intestino delgado, realizando o mesmo trajeto que segue a comida e depois é eliminada pelo organismo.

Após oito horas, o paciente retorna ao hospital para a retirada do cinturão onde ficaram armazenadas as fotos. Estas fotos são transferidas para uma estação de trabalho (espécie de computador) que possui um programa específico que as transforma em um filme, que é assistido e interpretado pelo médico especialista, possibilitando avaliar qualquer lesão do intestino delgado, o que promove, na maioria das vezes, um diagnóstico preciso.

Esta técnica inovadora, permite o estudo de áreas do intestino delgado nunca estudadas dessa forma anteriormente, tendo como indicações principais, dentre outras ainda por vir, anemia por deficiência de ferro, sangramento intestinal de origem obscura, doença inflamatória intestinal, doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença celíaca, tumores do intestino delgado, lesões da mucosa intestinal pelo uso de anti-inflamatórios, etc. A única contra-indicação é obstrução intestinal.

Antes desse exame os resultados não eram eficazes. A cápsula é eficaz em até 80 % dos diagnósticos, por analisar o órgão por inteiro, enquanto os outros exames apresentam apenas 35% de eficácia, por conseguirem analisar apenas algumas pequenas porções do intestino.